Cumplicidade que liberta

sintonia
cumplicidade

Hoje, aprendi um pouco mais sobre esta mulher da Bíblia – Débora : a profetisa e esposa de Lapidote. Um casal completo em tempo de incertezas, onde a fé e a esperança pareciam ter desaparecido – tempos de crise. Podemos ver em Juízes 4:vers. 1 e 04, 05:

“Depois da morte de Eúde, mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova”. (…) Débora, uma profetisa, mulher de Lapidote, liderava Israel naquela época. Ela se sentava debaixo da tamareira de Débora, entre Ramá e Betel, nos montes de Efraim, e os israelitas a procuravam, para que ela decidisse as suas questões”.

A profetisa Débora fora empossada por Deus e sua unção reconhecida pelos homens, ao ponto de ser a 13ª juíza de Israel, onde o contexto histórico preconizava a liderança masculina. Podemos entender sobre a autoridade divina: quando Deus chama o seu servo ou serva, a unção impõe respeito e certeza que se importa com o seu povo.

Seu nome significa “rainha que comanda” e “abelha”- aquela produtora de néctar  puro. A sabedoria de Débora era seu ministério e assim julgava as questões do povo, mesmo sem ter uma coroa. Todos os dias, disponibilizava um tempo para ouvir o povo e com a orientação de Deus ajudá-los em suas questões.

Era casada com Lapidote ( significa corda forte, corda que firma navios, âncora que sustenta) e aparece neste cenário como aquele que sustenta o ministério. As terras de Ramá até Betel eram sua propriedade, e reconhecia a autoridade de Debora. A Bíblia não fala muito sobre ele, mas identificamos que era um homem bom porque apoiava sua esposa e o fato de ser citado podemos entender que era honrado.

Nesta linda história podemos entender que eram um casal completo. Debora tinha um lar e um marido para cuidar sempre com zelo. Precisava de tempo para buscar a Deus e dividir este dom com o povo de Israel. Seu marido a amava e tinha entendimento sobre o ministério de Debora e por este motivo, não era um obstáculo para o desenvolvimento da unção de Débora.

Quando somos solteiros, precisamos aprender com os mais maduros como pedir a Deus um marido ou esposa que seja um apoio para o ministério. Um precisa completar o outro, jamais menosprezando o dom específico de cada um. Precisamos ser sábios nesta escolha, e assim nos preservarmos de ser jovens frustrados. Quantas esposas anulam o ministério por falta de visão do marido? Ou mesmo quantos lares vicem em conflitos porque os conjugues vivem o jugo desigual por causas como: doutrina, ciúmes e até mesmo autoritarismo?

“O que as suas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força, pois na sepultura, para onde você vai, não há atividade nem planejamento, não há conhecimento nem sabedoria”. Eclesiastes 9:10

O equilíbrio deve ser  a estratégia  de Deus na vida do casal, desde o namoro criando a cumplicidade (conivência ou no sentido de amizade, sendo os dois igualmente usados).

“Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração”. Colossenses 3:16

Espero que este estudo tenha abençoado sua vida!

By Liza Lima  – Adminstradora do Blog Espera do Amado e Colunista do Ponto das Igrejas

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